O homem que plantava árvores


Olá, pessoal!!

Estou surpresa em perceber que meu post anterior aqui no blog foi há quase dois meses! Já passei bastante tempo sem postar, mas acho que este foi um recorde.
O fato é que estou fazendo mais disciplinas neste semestre, incluindo meu projeto de estágio (#retafinalchegando), e minha nova ocupação (troquei o escritório pela plantação de morangos orgânicos!) demanda bastante tempo – tempo este que passo ao ar livre, sem internet (e sem sentir falta dela) e com mais qualidade de vida. Mas isso é assunto para outro post.
Hoje passei rapidinho pra compartilhar com vocês essa animação tão delicada e tão bonita, em que um homem planta sozinhos milhares de árvores, transformando a paisagem e a realidade ao seu redor.

Descobri aqui mais sobre o desenho (e agora estou querendo ler o livro): “L’homme qui plantait des arbres” (O homem que plantava árvores, de 1987), foi vencedor do Oscar de Melhor Animação em 1988. Baseado em um conto do romancista francês Jean Giono, de 1953, foi dirigido por Fréderic Back.

Versão dublada:

 

Versão original em francês, com legendas em português:

 

Espero que gostem.

Beijos,

Gi

Super Size Me


Bom dia!

Ontem assisti o documentário Super Size Me, dirigido e protagonizado por Morgan Spurlock. Acredito que muitos já tenham assistido, já que é de 2004, mas quero falar dele mesmo assim.

Super Size Me

Todos sabemos que os alimentos de fast food não são muito saudáveis, mas a maioria de nós acaba comendo mesmo assim, com maior ou menor frequência. O que Spurlock fez foi mostrar, através de um experimento em que só ingeriu produtos McDonald’s por 30 dias, o quanto estes alimentos podem ser nocivos à saúde. Ele passou por avaliações físicas antes, durante e depois do período, e demonstrou o quanto seu corpo sofreu com isso. Muito além do peso, aumentaram índices como o do colesterol e diminuíram as vitaminas, e até seu fígado foi prejudicado pelo excesso de gordura. Ele se sentiu cansado, desanimado, e começou a desenvolver um vício em comida.

É claro que a dieta de Morgan foi extrema – dificilmente alguém faria as três refeições por dia nas redes de fast food – mas com certeza é válida para demonstrar o quanto alimentos ricos em gordura e açúcar (sem contar a questão do processamento, de não serem alimentos frescos, nem orgânicos) podem ser prejudiciais.

Ao final do documentário, comenta-se sobre algumas mudanças positivas promovidas pelo McDonald’s após o experimento, embora a empresa alegue que não tiveram relação com o filme.

A questão não é o McDonald’s em si – ele foi o escolhido por ser a principal rede de fast food dos EUA. O fato é que as opções de alimentos altamente processados são inúmeras, estejam eles sendo oferecidos por uma rede, ou numa prateleira de supermercado. Sei que são opções rápidas e práticas para quem tem pressa, mas a alimentação tem impacto direto na nossa saúde.

Se você ainda não viu Super Size Me, recomendo que assista. É um excelente lembrete do quanto precisamos repensar nossos hábitos de consumo e alimentação, a forma como escolhemos os alimentos.

E aproveito para recomendar que você pesquise sobre Slow Food. Muito associado a um “movimento de resistência” contra o fast food, ele é muito mais que isso, e propõe uma reflexão sobre toda a cadeia de produção do alimento. Há muito o que falar, mas isso é assunto para outro post. :)

Beijos,

Gi

 

A terrível época do cancelamento de séries


Bom dia pessoal!!

Se você é um viciado apreciador de séries como eu, já sabe que essa época é de grande expectativa e muitas vezes, decepções: estamos no período em que são anunciadas as renovações e cancelamentos de séries!

Infelizmente, acabo de descobrir que uma das minhas preferidas, Hart of Dixie, teve seu último episódio transmitido esta semana. Ainda não assisti, mas já estou com aquela dorzinha, aquela nostalgia antecipada.

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Quem não gosta de séries certamente não entende o sentimento, mas tenho certeza de que vocês aí, que também amam, que assistem uma, duas, dez, sabem do que estou falando. É tão decepcionante!

Quando cancelam uma série que você acha meio ruim, mas assiste mesmo assim porque “tem potencial”, ela é cancelada e dá até um alívio – um vício a menos, hehehe. Mas algumas séries deixam marcas, como aquele bar que você frequentou durante um período bom e um dia fechou e do qual você lembra sempre.

Enfim, enquanto aguardamos as próximas boas ou más notícias sobre renovações (os anúncios ainda vão longe), deixo esse vídeo da Jout Jout pra vocês se identificarem – ou não – e rirem um pouco.

Beijos,

Gi