Resenha: A Seleção

Olá, pessoal!

Há quanto tempo, hein?! Uma série de mudanças me afastou um pouco do blog, mas creio que agora tenho inspiração e material suficientes para voltar a escrever regularmente. :) É bom estar de volta!

Tinha outros dois posts para hoje, mas eles acabaram ficando em segundo plano, por causa da agradável surpresa que foi a leitura de A Seleção, de Kiera Cass.

a-selecao

Quem for viciado em livros vai entender quando eu disser que esse livro é apaixonante e que provavelmente nenhuma resenha – por melhor que seja – será justa com ele.

Apesar da linda capa, nunca tinha me interessado em ler, pensando se tratar de mais um romance clichê, daqueles que trazem sempre uma “mocinha” boba entre dois amores, correndo perigos, blá blá blá. Até que minha amiga Cássia (obrigada, Cá!) mais uma vez me fez uma indicação maravilhosa e ainda me emprestou o exemplar. Comecei ontem e terminei hoje, um recorde pessoal, hehe. E não vejo a hora de começar o segundo volume!

Toda essa conversa é porque estou realmente empolgada. Mas vamos à sinopse:

No futuro, em um mundo mudado depois de várias guerras, a sociedade está dividida em castas, numeradas de 1 a 8. Cada uma tem algumas profissões permitidas e os relacionamentos amorosos entre castas não são bem vistos; há um toque de recolher e perder a virgindade antes do casamento é proibido por lei, como forma de controlar a propagação de doenças e controlar a natalidade. Existe ainda uma família real, cujo príncipe deverá escolher a esposa através de uma seleção que permite à meninas de qualquer das castas elevar sua família a 1, caso seja a escolhida.

America Singer não tem qualquer interesse em participar da Seleção. Ela é uma artista da casta 5, uma musicista que trabalha muito para ajudar no sustento da família, que está sempre apertada. Não quer ser princesa, considera o Príncipe Maxon vaidoso e superficial mesmo sem conhecê-lo, e já tem um namorado – ainda que ninguém possa saber, já que ele é de uma casta inferior. Mas por uma série de acontecimentos, America cede às pressões e se inscreve pensando que jamais será selecionada. Tudo isso acontece ainda no início do livro, que realmente engrena depois que America se muda para o palácio junto com outras 34 meninas.

America é uma protagonista cativante, assim como posteriormente o príncipe Maxon – um tanto insosso no início, mas vai amadurecendo ao longo da trama. Longe de falar apenas da Seleção, o livro trata de amadurecimento, família, amizades, enquanto vai acompanhando o desenrolar da “competição” e a maneira como as meninas lidam com a possibilidade de mudar de vida.

Não posso dizer que a história seja totalmente surpreendente. O que posso dizer é que é muito bem escrita, leve, gostosa. Perfeita para aqueles momentos em que precisamos relaxar, esquecer um pouco da realidade. Recomendo muito!

Beijos,

Gi

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2 comentários sobre “Resenha: A Seleção

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