Para as magrinhas que querem ganhar peso – Post I

Mulher medindo cintura

Recebi um pedido especial de uma amiga para postar dicas para as magrinhas que querem engordar. Pois é, eu (e tanta gente) tentando emagrecer e as magrinhas nesse dilema. O pior é que parece ser mais difícil ganhar massa e curvas do que perder as gordurinhas extras: conheço gente que come, come, come, mas não tem jeito: continua magra, ou ganha peso (gordurinhas) em locais indesejados (leia-se barriga).

O assunto rendeu tanto, que resolvi fazer duas postagens sobre ele. Espero que ajudem!

Magreza saudável x patológica

O Dr. Drauzio Varella afirma em seu site que “é importante distinguir a magreza constitucional daqueles que são saudáveis, comem bem e mesmo assim não ganham um grama sequer, do emagrecimento patológico”.

 Como diferenciar?? O médico Marcello Bronstein, em entrevista ao Dr. Dráuzio, “o primeiro ponto é diferenciar magreza de emagrecimento. Na pessoa que manteve sempre o peso num índice inferior, mas é saudável, a magreza é constitucional. No entanto, não é normal perder 5kg em dois meses ou 3kg em duas semanas, sem ter mudado radicalmente os hábitos alimentares. Por trás desse emagrecimento, pode estar um distúrbio hormonal, por exemplo, o hipertireoidismo, uma vez que o funcionamento excessivo da glândula  tireóide faz a pessoa perder peso, mesmo que esteja comendo mais do que habitualmente”.

Opiniões divididas entre os médicos

O endocrinologista Amélio de Godoy, entrevistado pelo site Bolsa de Mulher, alerta: as magrinhas devem pensar duas vezes antes de recorrerem a uma dieta hipercalórica. Ele diz que, “a princípio, não é interessante fazer ninguém engordar. Se a pessoa é magra e saudável, não faz sentido ganhar peso. Engordar pode, inclusive, aumentar a taxa de gordura no sangue, desencadeado problemas de saúde. O médico deve pesar se vale a pena. Em casos de histórico familiar de diabetes, dislipidemia, ou doenças cardiovasculares, não recomendo o aumento de peso”.

Já o Dr. Bronstein, (nos casos em que a magreza é constitucional)afirma que “em primeiro lugar, asseguro-lhe que [a paciente] é uma pessoa normal, saudável, mas procuro respeitar seu desejo. Assim como o obeso pode sentir-se mal com o excesso de peso, o magro se incomoda com a magreza excessiva”.

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