O gigante acordou


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Gente,

vocês sabem: aqui no blog tem espaço pra todo tipo de assunto. E embora eu não costume publicar notícias ou comentários sobre elas, dessa vez não dá para deixar passar. O assunto da vez são os protestos que estão ocorrendo por todo o Brasil.

No início foram os R$ 0,20 de aumento nas passagens. A violência gratuita de ambos os lados – polícia e manifestantes – me chocou e fui contra o que estava havendo. Perdeu-se a razão no momento em que outros cidadãos foram lesados, tiveram seus bens destruídos e se encheram de medo daqueles que supostamente estariam do mesmo lado.

Felizmente, o protesto violento serviu para algo positivo: acordou outros cidadãos indignados com os absurdos pelos quais viemos passando há anos, décadas, séculos. Anos de letargia em que as pessoas deixaram de agir, protestar e reivindicar mudanças e soluções.

Não creio na culpa de um ou outro político ou partido. A situação da educação, da saúde, do transporte público, do meio-ambiente – tão explorado quanto esquecido- é na verdade uma soma de fatores que vão desde a cultura do “jeitinho brasileiro” até a desonestidade, passando pelo descaso e pela falta de priorização do que realmente importa. Tais valores e comportamentos são muito antigos e arraigados, não uma situação pontual, mas um problema crônico.

É verdade o que se diz: os políticos são na verdade um reflexo do povo – senão dos seus valores, da falta de atitude generalizada que permite que se continue agindo conforme os interesses individuais enquanto as massas padecem sob a falta de recursos. É exatamente por isso que é tão bom ver esse mesmo povo indo às ruas – desde que pacificamente – protestando, dando um basta, agindo com a vontade de quem já esperou demais para colocar as coisas no lugar.

Nesse momento, eu sinto orgulho de ser brasileira. Orgulho de ver meus conterrâneos escrevendo uma página que estampará os livros de nossos filhos e netos como o dia em que os brasileiros deram um basta, o país deu uma virada. Vamos mostrar a força e perseverança do nosso povo e mudar a história!!

As imagens desse post são da comunidade Cartazes de Protesto criada pelo pessoal da Onda Criativa do Google+  –

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O Palácio de Inverno


capa do livro O palácio de Inverno, de John Boyne

Geórgui Danielovitch Jachmenev é um senhor na casa dos 80 anos. Está perdendo sua querida Zóia, seu grande amor. Pode parecer uma forma triste de começar um livro, e é. Mas sua história e a de Zóia vão muito além disso, e é o que percebemos enquanto Geórgui nos conta sua vida, retrocedendo no tempo até voltar à época da Revolução Russa e sua adolescência, descortinando uma vida cheia de reviravoltas em meio a conflitos políticos, amores secretos e situações totalmente inesperadas.

 

Terminei esta semana a leitura de “O Palácio de Inverno”, de John Boyne - mesmo autor de “O menino do pijama listrado”, obra que eu adorei (falei dela aqui).

Confesso que no início achei o  livro bem parado e pensei em desistir. Felizmente insisti e fui recompensada com uma ótima história; a partir de um certo ponto, a história de Geórgui Danielovitch Jachmenev me conquistou definitivamente. Criei um vínculo com o personagem, querendo saber mais sobre sua vida, imaginando o que teria acontecido, me colocando em seu lugar… vocês sabem, aquilo que acontece quando um livro nos cativa. Pesquisei sobre a Rússia e a família Romanov, apenas para perceber que John Boyne ambientou seu romance em fatos históricos com bastante fidelidade.

Boyne é muito bom em ambientar cenários, “transportando” o leitor para suas obras. E isso é mais um fator que torna essa leitura tão boa. Quando o livro acabou percebi que realmente não há classificação melhor para ele do que “romance histórico”, já que a história da Rússia e o amor dividiram a cena o tempo todo. Mas é mais do que isso. É a história de um menino se tornando um homem, aprendendo sobre a vida, descobrindo o amor e as intrigas que rondam o poder; a história de um romance impossível, de uma revolução que mudou o curso da história, de sobrevivência. É tudo isso, e muito mais.

Enfim… recomendo!

Tirinhas politicamente incorretas do Radicci


Eu não sei o quanto se conhece do personagem Radicci fora do Rio Grande do Sul, mas aqui no Estado ele é uma figura famosa! O personagem do cartunista Iotti é um gaúcho com descendência italiana, um gringo, como se diz por aqui. Apreciador do vinho e da comilança e não muito chegado ao trabalho, ele garante boas risadas aos leitores.

Espero que gostem dessa pequena seleção!

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Rindo com a Maitena


Pois muito bem… ando num clima bem leve, e ainda por cima é sexta-feira. Então, que coisa melhor do que dar umas boas risadas?

Para nos ajudar com isso escolhi algumas tirinhas da Maitena. Adoro as tirinhas dela, espero que curtam também!

Maitena maitena_tira16 maitena2 Mulheres Alteradas 3 - 33

Curtinho, mas importante


Oi pessoal!!

Um post bem curtinho hoje, apenas para deixar uma dica de leitura. Trata-se de mais um excelente artigo do site Dinheirama (tenho lido diariamente e gostado muito) sobre a importância de investir desde cedo em um plano de previdência privada.

Vai um trechinho:

"A visão romântica de que o que interessa é “viver o presente” é um excelente enredo para filmes e costuma ser mal interpretado quando transposto para a vida pessoal. O importante não é fazer tudo o que der na cabeça hoje, mas criar as condições para que o hoje seja sempre dotado de momentos significativos e felizes. Há uma grande diferença entre estes conceitos.

Entre ser irresponsável, agindo de forma inconsequente e infantil, e priorizar a qualidade de vida, construindo sua carreira e família em torno de valores e princípios únicos, há um abismo. A ponte que permite passar de um lado ao outro com segurança e tranquilidade chama-se educação financeira."

Para ler o artigo de Conrado Navarro na íntegra, clique aqui:
http://dinheirama.com/blog/2013/05/23/tres-razoes-investir-previdencia-privada/